Mais um absurdo sem resposta (*as vigas é um outro caso), como pode em uma local de segurança máxima sumir não 1 mas 250 armas? E estes servidores que no lugar de defenderem a população fazem o contrário, colocam a população em risco. O que eles merecem? Vergonha.

A Secretaria de Administração Penitenciária abriu processo administrativo disciplinar para investigar o desaparecimento de 250 armas do depósito do Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, na Zona Oeste do Rio. A informação foi confirmada pelo órgão.

O sumiço das armas foi divulgado pelo Jornal O Dia nesta sexta-feira (4). Segundo a reportagem, as armas faziam parte do depósito bélico do Complexo do Gericinó, onde estão os detentos classificados como mais perigosos e eram destinadas aos agentes que atuam no esquema de segurança dos presídios.

De acordo com O Dia, o desaparecimento foi descoberto durante a troca do coordenador de segurança responsável pelo controle das armas. Jorge da Silva Perrote foi substituído por Marcio Luis dos Anjos Rocha. Segundo a reportagem, quando Marcio Rocha fez o levantamento do arsenal viu que não havia recibo e nem registro das pistolas da Secretaria Estadual de Administração Penitenciária.

O Complexo de Gericinó tem quase 20 mil presos, muitos considerados perigosos, que estão em presídios de segurança máxima. O Ministério Público Estadual também está investigando o caso. A solicitação do inquérito foi publicada no Diário Oficial do estado no dia 17 de fevereiro. O documento indica os servidores responsáveis pela investigação: Jorge da Silva Perrote, Sauler Sakalen e Márcio Luís dos Anjos Rocha.

O Ministério Público quer saber como tantas armas foram retiradas de um complexo penitenciário vigiado vinte e quatro horas por dia e onde o arsenal foi parar. Os detalhes da investigação não foram divulgados porque inquérito corre em segredo de Justiça.