Sargento da PM com um Camaro (amarelo rsrs) e com R$ 100.000,00 mil. Ah e claro não podia faltar uma mulher cujo nome não pode ser divulgado. Não é a maioria mas tem PM que abusa da burrice humana. Uma pesquisa social mais eficaz ajudaria além de uma punição administrativa rigorosa e de verdade e não estas aí que tem hoje em dia onde até churrasco é feito com presenças de prostitutas dentro das prisões específicas para PM’s.

Ricardinho Gama: “antes que algum idiota diga alguma, o pm era dono de uma empresa”…. resposta ao Ricardinho Gama: A EMPRESA ERA ILEGAL E O GRUPO FORÇAVA OS MORADORES A COMPRAR COM ELES AS CESTAS BÁSICAS COM PREÇO ACIMA DO MERCADO, QUEM NÃO COMPRAVA OU FICA COM DÍVIDA SOFRIA REPRESÁLIAS DOS MARGINAIS.

Ricardinho VOCÊ JÁ FOI MAIS CRÍTICO DA PM O QUE ACONTECEU? RSRSRS

Um policial militar, à bordo de um carro avaliado em até R$300 mil e em posse de R$ 100 mil em espécie, morreu após reagir a suposta tentativa de assalto na noite desta sexta-feira, em Coelho Neto. Segundo policiais, o sargento da Polícia Militar Mozart Soares da Cunha, de 41 anos, dirigia um Camaro Amarelo, na Rua Bertin, próximo à saída para a Avenida Brasil, à paisana, quando foi rendido. Ele, que estava acompanhado de uma mulher, teria reagido à investida dos criminosos e foi baleado.

De acordo com a acompanhante – que não teve o nome divulgado e não foi atingida pelos disparos -, os assaltantes levaram os R$ 100 mil e a arma que estavam em posse do policial, lotado no 5º BPM (Praça da Harmonia). Ela e os PMs que realizaram o socorro ao colega de farda foram ouvidos durante a madrugada na Divisão de Homicídios. Contra os oficiais, pesaria o fato de terem alterado a cena do crime durante a assistência. O veículo, que não foi levado pelos supostos assaltantes, também foi encaminhado à DH.

Mozart teria morrido a caminho do Hospital Estadual Carlos Chagas. Ele é apontado como dono de uma empresa especializada no comércio de cestas básicas chamada O Crack da Cesta. Na traseira do veículo, de placa LQT – 7693, havia um adesivo do negócio colado. Nele, o slogan apresentava o empreendimento sediado no número 50 da Rua Aratimbó, em Cosmos, como “O Nº 1 da Zona Oeste”.

O comércio ilegal de cestas básicas à juros altos controlado por milícias em bairros como Cosmos, Bangú e Sepetiba é frequentemente citado em ligações ao Disque-Denúncia. Além de forçarem os moradores das localidades a comprar os alimentos em locais pré-estabelecidos e por preços abusivos, paramilitares penalizariam aqueles que não cumprem com os pagamentos em dia. Além de servir para lavagem de dinheiro, a ‘indústria’ proporcionaria lucro certo ao crime. A Polícia Civil e a Secretaria de Segurança já investigam a prática.

Fonte Jornal O Dia