É o transporte tá brabo aqui no Rio. O transporte de ônibus é uma droga total, vive dando problemas. Na última um ônibus pegou fogo na LA… Metrô vive lotado e atrasando… barcas quase todo mês se acidenta (sem contar as filas, as derivas…), o bonde de Santa Teresa aquele desastre… nossos aeroportos sempre sem estrutura nenhuma… trens da supervia nem falo pq aí é covardia, e agora mais esta: Mesmo não sendo transporte público e nem de massa preocupa pq mostra que nem as mais simples coisas eles conseguem administrar. OS PEDALINHOS DA LAGOA.

Confira a reportagem do jornal O Dia:

Proprietário da empresa que sofreu acidente na noite deste sábado, nega ter recebido qualquer notificação

 O Corpo de Bombeiros teria suspendido na manhã deste domingo, o funcionamento das duas empresas que operam os pedalinhos na Lagoa Rodrigo de Freitas, na Zona Sul do Rio. Isso depois de um incidente na noite deste sábado com um dos equipamentos, que naufragou, deixando três pessoas hospitalizadas.

Ninguém na assessoria do órgão foi encontrado para confirmar a informação. O proprietário da empresa que opera o pedalinho envolvido no acidente negou a suspensão. Já o dono da outra empresa que atua na Lagou confirmou que as duas estariam suspensas.

Testemunhas do acidente disseram que o pedalinho que afundou estava com três pessoas embarcadas, o que seria irregular. O serviço opera com dois tipos de embarcação: uma para dois, outra para seis passageiros. O passeio custa R$ 20 por 30 minutos na embarcação para dois tripulantes e R$ 40 na maior, que comporta seis passageiros.

Pânico na Lagoa

Na noite deste sábado, por volta de 23h, um casal começou a perceber a entrada de muita água no pedalinho, entrou em desespero e  se atirou na Lagoa. A embarcação afundou a seguir. Funcionários do serviço resgataram a moça, identificada apenas como Larissa, de 16 anos e o rapaz, não identificado, de 19. Larissa ficou em estado de choque e foi levada para o Hospital Miguel Couto, na Gávea, onde foi medicada e liberada.

Ao presenciar o acidente, o operador de empilhadeira Wellington Frazão, 27 anos, morador de São João de Meriti, na Baixada Fluminense, entrou na água para tentar ajudar e sofreu um princípio de afogamento. Ele foi socorrido por outras pessoas que estavam às margens da Lagoa e, também encaminhado ao Miguel Couto, ficou em observação até a manhã de domingo quando recebeu alta.

“Estávamos olhando a árvore da Lagoa, quando as pessoas começaram a gritar que o pedalinho estava afundando e o Wellington ficou desesperado. Quando disseram que tinha uma criança lá (no pedalinho), ele entrou na água, mas logo perdeu as forças por causa do lôdo. As pessoas ajudaram a socorrê-lo e a PM trouxe ele para o hospital”, contou a analista de recursos humanos, Rosana Ximenes, 32 anos, cunhada de Wellington.

A 15ª DP (Gávea) abriu inquérito para apurar as responsabilidades pelo acidente. O dono de uma das empresas prestadoras de serviço que operam o pedalinho da Lagoa depôs na madrugada de domingo, por volta das 2h30, sobre o caso, mas os investigadores não quiseram dar detalhes do depoimento. Na saída da delegacia, o empresário se recusar a dar declarações à imprensa.