Agora vejam só, imaginem um trabalhador saindo de um supermercado sem pagar pelas suas compras? Vai preso, sem direito a fiança e ainda corre o risco de ser espancado pelos policiais. É muito feio, não só para um servidor público, como para qualquer ser humano ROUBAR desta maneira. O cara (delegado) não ganha pouco para os padrões de nosso país, goza de algumas prerrogativas do cargo e mesmo assim é LADRÃO. Deixo meus parabéns à corregedoria de polícia civil que ao contrário da PM trabalha para prender estes vagabundos do serviço de segurança pública.

A denúncia do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime (Gaeco) do Ministério Público (MP) faz um relato detalhado de um flagrante que complicou o delegado Henrique Faro, na época titular da 76ª DP (Niterói). Imagens do circuito interno de um supermercado mostram quando ele entra no estabelecimento, a poucos metros da delegacia, e depois sai com o carrinho de compras cheio, sem pagar nada.

Chegada ao prédio da Polinter no Rio após operação Mas a relação da polícia com o supermercado nem sempre foi boa. Em 11 de março, um agente que trabalhava no gabinete do Departamento de Polícia do Interior (DPI), no prédio da Chefia de Polícia, no Centro do Rio, pediu para Jorge Barreira conseguir três camisas para o camarote do mercado para o Desfile das Campeãs. Segundo o agente, os convites iriam para um delegado, mas o supermercado não enviou o presente. O agente teria mandado que, a partir de então, o mercado fosse tratado como ‘todo mundo’ com ‘mordomia zero’.

É nosso Estado da “guanabara” é passado. Nosso presente é Rio, rio de roubalheiras…

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